Cavitação

A Cavitação é uma técnica eficaz no combate e eliminação da celulite inestética e na redução do volume, em zonas localizadas, permitindo conseguir….

A eliminação da celulite antiestética e a redução de volume, sobretudo em zonas localizadas, converteu-se numa luta constante para se conseguir o corpo desejado. A cavitação é conhecida pela sua eficiência e bons resultados no tratamento destes problemas, de uma forma simples e sem cirurgia, sendo um tratamento não invasivo, seguro, eficaz, duradouro e indolor, sendo indicado para combater a celulite e a gordura localizada e reduzir o volume corporal.

A cavitação utiliza ultrassons de baixa frequência e consegue romper as membranas das células adiposas sem danificar as estruturas adjacentes, respeitando a integridade do sistema sanguíneo e linfático e transformando a gordura de estado sólido em líquido, para ser eliminada pelas vias urinárias, através do sistema linfático.

Antes de começar o tratamento, é altamente recomendável que beba no mínimo 2 litros de água, dado que a mesma atua como condutora dos ultrassons. Também deve evitar ingerir alimentos ricos em gorduras.

Na primeira sessão pode notar-se uma perda de 2 a 3 centímetros de contorno. Os resultados começam a tornar-se mais visíveis a partir da terceira sessão e, quanto maior for a massa adiposa da pessoa, mais volume perderá. Os pacientes que melhor respondem ao tratamento são os que têm idades compreendidas entre os 25 e os 55 anos. Para potenciar os resultados, combina-se a cavitação com outros tratamentos, nomeadamente, a radiofrequência e as massagens corporais.

Os efeitos são duradouros, sempre que o paciente não faça variações calóricas na sua alimentação. O exercício e uma dieta saudável são fundamentais para manter os resultados.

A cavitação não é indicada para pessoas com flebite, tromboflebite, veias varicosas, arteriosclerose, diabetes com microangiopatia, insuficiência hepática ou renal, cirrose hepática, lesões cutâneas, dermopatias, processos inflamatórios graves (tuberculose, VIH, neoplásticos), gravidez, lactação ou pessoas que usem pacemaker ou próteses articulares.