Escleroterapia

Para derrames vasculares ou telangiectasias existem várias hipóteses de tratamento, em função das suas características clínicas, tais como: 

  • Escleroterapia, que consiste na introdução na veia de uma substância química que irá provocar a esclerose do derrame vascular, acabando por fazê-lo desaparecer. 
  • Existe também a possibilidade de aplicar laser, em que o calor acabará por esclerosar o derrame vascular e fazê-lo desaparecer.
  • Para varizes maiores, as possibilidades são escleroterapia, a cirurgia ou o laser endovascular.

O que é a escleroterapia?
A escleroterapia é um tratamento para eliminar ou reduzir a perceção de pequenas veias, denominadas de microvarizes, buscando lentamente a melhoria, mediante a introdução de uma substância química dentro do lúmen de uma veia, acarretando uma microtrombose e subsequente fibrose, resultando em melhoria clínica e estética das veias, na área intervencionada, através da promoção de uma endofibrose, com agregação plaquetária, formando um microcoágulo. O lúmen do micro-vaso, uma vez ocluído, deixa de ter fluxo sanguíneo, deixando de ter função no organismo.

As recomendações profissionais pós-tratamento, normalmente são:

  • Repouso no período restante do dia da intervenção, evitando caminhadas e exercícios físicos; 
  • Evitar exposição solar na área intervencionada, durante o período de 10 à 15 dias; 
  • Não fazer massagens terapêuticas, durante o período de 5 dias na área tratada; 
  • Continuar o tratamento, com intervalos entre as sessões de aproximadamente 10 à 15 dias.

Devem ser tratadas com esclerose, preferivelmente as microvarizes que, ao exame clínico com adequada iluminação, com luz tangente, não demonstrem elevações na superfície cutânea. Procedendo desta forma, serão evitadas consequências adversas, tais como manchas cutâneas, lesões da pele e a ineficácia terapêutica. Os vasos de maior calibre, que fazem saliência cutânea, são mais resistentes a terapêutica esclerosante.